Híbridos e elétricos

Com Ioniq, Hyundai quer fazer frente ao Toyota Prius, entre os híbridos

‘Fastback’ sul-coreano chega, primeiro, em uma versão que casa o motor GDI à uma unidade elétrica de 32 kW (43 cv), para gerar a potência combinada de 141 cv

‘Fastback’ sul-coreano chega, primeiro, em uma versão que casa o motor GDI à uma unidade elétrica de 32 kW (43 cv), para gerar a potência combinada de 141 cv

A Hyundai acaba de revelar todos os detalhes de seu novo híbrido, o Ioniq, que será lançado internacionalmente em março, durante o Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça. O ‘fastback’ sul-coreano chega, primeiro, em uma versão que casa o motor GDI (1.6 litro 16V) de 105 cv à uma unidade elétrica de 32 kW (43 cv), para gerar a potência combinada de 141 cv – nos modelos híbridos, a potência combinada não se dá pela soma da cavalaria dos propulsores. Suas baterias são de polímero de lítio e um câmbio pré-seletivo DCT, com embreagem dupla e seis marchas, completa o trem de força.

Medições de consumo feitas pela Hyundai, no padrão sul-coreano e usando gasolina sem adição de álcool anidro, mostram que o Ioniq alcança média de 22,4 km/l – valor inferior ao da nova geração do Prius, da Toyota, que é o líder mundial desta classe. No futuro, o modelo sul-coreano terá uma versão 100% elétrica, com autonomia de mais de 160 quilômetros.

 

FREIO AUTÔNOMO

Freio de emergência autônomo (AEB) usa câmeras e um radar operando em três estágios

Freio de emergência autônomo (AEB) usa câmeras e um radar operando em três estágios

 

De acordo com a Hyndai, 53% da estrutura do Ioniq é feita em aço de alta resistência e, além de eficiência, o ‘fastback’ também vai se destacar pela segurança. A sopa de letrinhas inclui BSD, LCA, RCTA, LDW e KAS, além do freio de emergência autônomo (AEB), que usa câmeras e um radar operando em três estágios: ao detectar a iminência de engavetamento ou atropelamento, o AEB adverte o motorista sobre o risco de acidente com alertas visuais e sonoros; depois, controla a carga de frenagem para ajudar o condutor a evitar a ocorrência e, caso ele não reaja a tempo, aciona os freios sozinho.

Medições feitas com gasolina sem adição de álcool anidro mostram média de 22,4 km/l

Medições feitas com gasolina sem adição de álcool anidro mostram média de 22,4 km/l

Com 4,47 metros de comprimento, 15 cm menor que o Toyota Corolla atual, o Ioniq foi desenvolvido para o mercado global e, em um dado momento, pode desembarcar no Brasil. Antes disso, ele estreia nos Estados Unidos e na Ásia. No mercado norte-americano, o novo híbrido deve partir de menos de US$ 25 mil, que é a faixa de preço do Prius. Por aqui, qualquer previsão neste sentido seria mera futurologia, mas, se ele vier para cá, será muito bem-vindo.

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