Aston Martin

DBS Superleggera: a Aston caprichou de novo

A Aston Martin é uma das marcas para a qual ser parte do Grupo Ford não estava fazendo bem. A exemplo do que ocorreu com Jaguar/Land Rover, Mazda e Volvo, tão logo a casa de Gaydon ganhou nova propriedade e o desenvolvimento se tornou estratosférico, com mais desempenho, performance e sucesso nas vendas.

Pois na esteira da apresentação do hiperesportivo Valkyrie e de seu GT Vantage de nova geração, os ingleses agora resolveram mexer no modelo que traz a sigla que praticamente conta a história da marca: DBS, referência a David Brown, o empresário que, no começo do século passado, tomou a frente da Aston e a transformou no que é hoje. Mais do que isso, o novo superesportivo dos ingleses vem acompanhado de um sobrenome em outro idioma, mas que hoje é conhecido dos amantes das máquinas exclusivas: Superleggera (do italiano, superleve), sinônimo de materiais raros e de pouco impacto na balança. Ele chega para substituir, na gama de produtos, o Vanquish.

A DBS Superleggera é, para a Aston, o que a Ferrari 812 Superfast se tornou para a casa de Maranello: um modelo 2 + 2 (há até uma fileira traseira de assentos, mas a ser usada com moderação, já que não é a proposta) sem compromissos, a não ser com o desempenho e a elegância. Empurrado pelo V12 5.200cc biturbo de origem Mercedes (AMG), ele joga nas rodas traseiras nada menos que 715cv e 90 kgf.m de torque, por meio da caixa automática ZF de oito velocidades com borboletas para acionamento no volante. Tudo para uma velocidade máxima de 340 quilômetros por hora.

A linha de cintura sinuosa e os vincos na parte inferior passam a impressão de que a Superleggera foi esculpida pelo vento. Em relação às antecessoras, o modelo ganhou formas mais angulosas especialmente na traseira, enquanto a tradicional grade dianteira tem formato XL – um ‘bocão’ que só acrescenta agressividade ao conjunto. Freios em carbono/cerâmica, suspensão adaptativa com sistema Skyhook e a distribuição inteligente do torque entre as rodas traseiras completam um pacote que, na balança, registra 1.690kg (realmente é relativamente pouco para as dimensões e o equipamento). Os preços, na terra da rainha, partem dos cerca de R$ 1,16 milhão.

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