Legislação

Dieselgate II: agora é a vez da Mercedes

Já o novo GLC substitui o antigo GLK com maior espaço interno e motorização turboalimentada de 211 cv: modelo concorre na mesma faixa de mercado do Audi Q5 e do BMW X3

Quando se imaginava que os escândalos de manipulação dos sistemas de controle de emissão de poluentes nos motores Diesel fossem coisa do passado, limitada a veículos do Grupo VW, eis que o caso ganhou uma “segunda temporada”, graças a outra montadora alemã.

Desta vez é a Mercedes, que reconheceu junto às autoridades germânicas irregularidades no funcionamento dos dispositivos responsáveis por manter o nível de substâncias tóxicas jogadas na atmosfera dentro dos padrões e normativas. Imediatamente o governo alemão, por meio de sua agência nacional de transporte (KBA) determinou o recall para verificação e ajuste de 774 mil veículos, entre comerciais (Vito), SUV (Classe G) s e médios (modelos da Classe C), no que pode ser apenas a ponta de um iceberg bem maior.

Embora negue que a falha nos dispositivos (que segundo os estudos da KBA estariam deixando de funcionar e cumprir seu papel) tenha sido intencional, a casa da estrela reconheceu o problema em reuniões com as autoridades e acatou a determinação para convocar os proprietários e fazer as devidas mudanças. Não há, por enquanto, definição sobre a situação dos veículos com os propulsores supostamente irregulares que rodam em outros países e que deveriam, ao menos na teoria, atender os limites da norma Euro 6. Caso modelos em circulação no Brasil sejam incluídos posteriormente no recall, o Seminovos BH Notícias fica de olho e informa a você.

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