Internacional

Duro golpe no carro autônomo

Os testes e pesquisas para desenvolver carros que independam do controle do motorista sofreram duro golpe essa semana, com o acidente que provocou a morte de uma pedestre na cidade norte-americana de Tempe, atropelada por um modelo do Uber. As primeiras análises das câmeras instaladas no veículo serviram para desmentir duas teorias inicialmente levantadas: a de que Elaine Herzberg teria aparecido de forma imprevista no caminho, tornando impossível qualquer manobra capaz de evitar a colisão; e a de que não haveria um tripulante a bordo. Não só ele foi identificado como as imagens sugerem que não prestava atenção na trajetória momentos antes do choque.

Enquanto a Polícia norte-americana e a NHTSA, a agência responsável pela circulação em vias públicas na terra do Tio Sam prosseguem as investigações para determinar responsabilidades, a Uber suspendeu todos os testes com carros autônomos. O mesmo ocorreu com a Toyota – que no começo do ano chegou a apresentar um conceito de furgão autônomo para as grandes cidades –, e com a startup NuTonomy. Como se trata do primeiro incidente mais sério envolvendo a tecnologia, existe a preocupação com o que decidirá a Justiça sobre a culpa e eventuais punições. O desfecho pode modificar totalmente as pesquisas e o planejamento de montadoras e demais empresas que apostam na condução autônoma, além de atrasar os planos iniciais para que este tipo de veículo chegue às ruas de forma definitiva.

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