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Honda Fireblade 2018: mudou pouco, e com toda a razão

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Por um bom tempo ela comeu poeira (melhor seria dizer asfalto) das rivais, que levavam a um novo patamar a categoria das Superbikes 1.000cc – BMW S1000RR, Ducati Panigale (e agora sua versão com motor V4), Kawasaki Ninja ZX10-R e Yamaha R1 contam com motores que superam os 200cv e peso de modelo de alta costura. A Honda preferia, para sua CBR 1000RR Fireblade, algo menos extremo e mais acessível aos motociclistas médios, que não precisavam de físico e habilidade de pilotos de Moto GP para domá-la.

Isso até 2017, quando a maior fabricante do planeta resolveu atualizar sua superesportiva, com direito a uma versão SP (de Sport Production, tendo as pistas como inspiração e alvo). O quatro cilindros em linha 1.000cc passou a produzir respeitáveis 192cv (considerando o peso a seco de 195kg/196kg da RR e da SP), enquanto quadro, suspensões, eletrônica e visual foram beber na fonte da RC213V comandada por Marc Márquez.

Pois a Honda anuncia o início das vendas da linha 2018 de seu foguete, com mudanças quase imperceptíveis – a bem da verdade, os grafismos são a grande novidade em relação ao modelo 2017. Tanto assim que os preços foram mantidos: R$ 69.900 para a CBR1000 Fireblade RR e R$ 79.900 para a Fireblade SP. No mais, houve ajustes na ciclística, aprimoramentos com base na experiência acumulada no primeiro ano de vida dessa nova geração.

 

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