Legislação

Mais álcool na gasolina? Produtores garantem que não

gasolina-liqA gasolina brasileira tem uma característica que a faz diferente da adotada no restante do mundo que é o percentual de 27,5% de etanol – uma forma de garantir a comercialização do derivado da cana-de-açúçar, bem como reduzir as emissões de poluentes –, mas que faz os fabricantes de automóveis e motocicletas quebrarem a cabeça, a ponto de preferirem apostar na tecnologia Flex, capaz de manter o desempenho e o perfeito funcionamento dos motores independentemente do combustível escolhido.

Pois em dezembro último o Congresso aprovou a Lei Ordinária 13.576, que cria a Política Nacional de Biocombustíveis e, inicialmente, previa a elevação do percentual de etanol anidro na gasolina para 40% até 2030. Entidade representativa do setor, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) esclarece que, embora o presidente Michel Temer ainda não tenha liberado o decreto com a nova legislação, a proposta de mudança dos atuais 27,5% foi vetada por deputados e senadores e não pode ser modificada. “Segundo a Lei 13.033, de 24 de setembro de 2014, o Poder Executivo poderá elevar o referido percentual de mistura até o limite de 27,5%, desde que constatada sua viabilidade técnica, ou reduzi-lo a 18%. Isso significa que não existe a menor possibilidade de chegar a 40% via decreto”, destaca a Unica, em comunicado à imprensa. Ou seja: nossa “alcoolina” fica como está…

Aproveite e confira o vídeo feito pelo Seminovos BH Notícias para seu canal do YouTube sobre a questão da gasolina formulada:

 

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