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Mulher no volante… finalmente

Mais do que justa e necessária, a luta das mulheres pela igualdade de direitos é incessante, e uma questão atual em todos os cantos do mundo. E é até difícil imaginar que, em pleno Século 21, ainda haja conquistas básicas sendo comemoradas em alguns países. Mas é exatamente o que ocorreu neste fim de semana na Arábia Saudita. O país muçulmano é um dos mais radicais na interpretação do Alcorão, o livro sagrado da religião centrada no profeta Maomé. E, até agora, as mulheres eram proibidas, entre outras tarefas simples, de dirigir.

Com a mudança na família real que comanda os sauditas, vem ocorrendo uma gradual evolução e finalmente elas puderam deixar a condição de simples passageiras e tomar a frente quando o assunto é se deslocar com o próprio veículo. Algo comemorado em todo o mundo e destacado pelas montadoras, que passam a contar com um mercado ainda maior no Oriente Médio.

A Audi preparou um vídeo em que destaca os novos tempos e a mudança de postura. Com o nome de “Abrindo novas portas”, mostra como os papeis passam a se inverter e as mulheres ganham nova e merecida força para comandar seus destinos.

Já a Renault foi ainda mais radical. Aproveitou a disputa do GP da França, oitava etapa do Mundial de Fórmula 1, em casa, e fez com que Aseel Alhamad, a primeira mulher a fazer parte da Federação Saudita de Automobilismo, comandasse o carro usado por Kimi Räikkönen para vencer o GP de Abu Dhabi de 2012. Embora pilote em competições e nos autódromos, ela, como as compatriotas, ainda não podia dirigir nas ruas de seu país natal.

Antes tarde do que nunca, e que as sauditas possam emprestar sua força, charme e competência pelas ruas e estradas de todo o mundo. Bem-vindas!

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