Mahindra

Pininfarina Battista: quase 2.000cv, e elétrico

O Salão de Genebra costuma ser palco da exibição de exageros sobre rodas: máquinas exclusivas capaz de levar mais adiante os limites de velocidade e proporcionar sensações ao volante que a grande maioria dos mortais consegue apenas imaginar. Muitas são as pequenas marcas ou projetos com estandes montados a cada edição mostrando automóveis que custam vários zeros à direita.

Um deles este ano marca a estreia, como construtor, de um nome (na verdade, sobrenome) que se tornou sinônimo de perfeição nas linhas e design automotivo de ponta, a Pininfarina. O estúdio italiano foi comprado pelo grupo indiano Mahindra e, para mostrar do que é capaz, tirou do papel um hiperesportivo com 1.900cv e insanos 230kgf.m de torque, capaz de chegar da imobilidade aos 100km/h mais rápido do que um carro de F-1 (2s2). Além de superar a casa dos 400km/h de máxima. O modelo ganhou o nome do fundador da casa de desenho, Battista (‘Pinin’ Farina)

Mérito de uma unidade de potência 100% elétrica desenvolvida pela croata Rimac, que também tem seu hiperesportivo, inclusive já mostrado no Seminovos BH Notícias. Com direito à impressionante autonomia de 450 quilômetros, o que permitiria ir de BH ao Rio (se não houvesse limites, lógico) em velocidade de avião decolando e sem precisar de recarga.

As linhas são harmônicas e aerodinâmicas, como não poderia deixar de ser, com alguns traços que lembram o design da Ferrari e uma dianteira que vagamente recorda os esportivos da McLaren. Asas e apêndices que ajudam a aumentar a pressão do ar e grudar a supermáquina no chão estão devidamente escondidos, entrando em ação apenas quando necessário. E sim, ele será posto a venda, pelo nada módico preço de cerca de R$ 10 milhões o exemplar. Nenhuma dúvida de que vale cada centavo…

battista battista1

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *


Vídeos

Mais Lidas

Topo