Legislação

Placa Mercosul começa a ser adotada no Brasil

Com bastante atraso em relação a vizinhos como a Argentina (o processo de troca deveria ter começado em 2016), finalmente as placas de identificação de veículos no padrão Mercosul começam a ser usadas no país. O primeiro estado a licenciar modelos zero quilômetro com o novo esquema de letras, números e dispositivos de segurança para dificultar a clonagem é o Rio de Janeiro – até o fim do ano a expectativa é de que o Detran de Minas também passe a adotá-lo, assim como os dos demais estados.

As placas contam com um QR Code e um chip de identificação, para aumentar a segurança contra fraudes e facilitar a identificação para efeitos de fiscalização. A faixa superior terá sempre a cor azul, mas o fundo dos sete caracteres alfanuméricos que compõem a combinação de cada veículo poderá mudar: preto (particulares), vermelho (comercial), azul (oficial), dourado (diplomáticos), prateado (históricos) e verde (experiência/aprendizagem).

Como era promessa do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), não houve mudança do valor cobrado em relação à confecção das placas atuais, apesar dos custos mais altos de fabricação. E não será necessário correr aos Detrans para fazer a mudança nos casos de veículos seminovos ou usados. A Resolução 729, que regulamenta a adoção das placas padrão Mercosul, prevê prazo de cinco anos para a substituição da identificação de toda a frota.

placa_mercosul_caracteristicas

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