Curiosidades

Quase 300 SUVs zero quilômetro destruídos na marreta

Os recalls foram pensados para corrigir eventuais falhas na produção de veículos motorizados – a bem da verdade, servem hoje para quase tudo o que se produz no mundo. Por mais que o controle de qualidade seja rigoroso e vários testes e verificações aconteçam ao longo do processo, lotes defeituosos de componentes ou riscos de falha detectados depois que o modelo está nas mãos do proprietário provocam a chamada às concessionárias para os devidos reparos.

Mas, e quando o problema é grave o suficiente a ponto de não permitir reparos? Um bom exemplo foi dado com o escândalo do Dieselgate, em que a Volkswagen precisou recomprar vários de seus modelos nos EUA ou suspender contratos de leasing sem prejuízos para o consumidor. Um caso mais pitoresco ocorreu recentemente com a Subaru, também no mercado norte-americano.

Depois de concluir a produção de um lote de 297 unidades do SUV de sete lugares Ascent, a engenharia da casa japonesa descobriu que, por um erro de programação, um dos robôs de solda não fez todos os reforços necessários nas laterais (altura da Coluna B), o que enfraqueceu por completo a estrutura do veículo e não teria possibilidade de reparo seguro. Felizmente, apenas nove deles haviam sido despachados para as concessionárias, e foram levados de volta à fábrica. Se alguns componentes como motor e partes da suspensão podem ser reaproveitados, as carrocerias serão destruídas sem dó, na marreta. Triste, mas faz parte da lógica do processo industrial…

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