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Renault Captur ganha opção com câmbio CVT

Há pouco mais de três meses no mercado brasileiro, o “nosso” Captur (que compartilha a plataforma com o Duster e é maior do que o modelo europeu de mesmo nome) ganha mais uma alternativa de câmbio nas configurações com motor 1.6 SCe: o automatizado X-Tronic CVT, com possibilidade de mudanças de marchas em borboletas no volante (seis marchas “simuladas”). Trata-se, na verdade, da mesma caixa disponível como opção nas versões SV e SL do Nissan Kicks.

O CVT, ou transmissão continuamente variável, é um sistema que se popularizou com os scooters e motonetas, pela facilidade de operação e a manutenção relativamente simples. Basicamente ele é composto por duas polias nas extremidades, cada uma com dois cones e uma correia que se movimenta entre elas – um sistema hidráulico afasta ou aproxima os cones, variando as relações de marcha.1 (1) 1 (16)

Com o câmbio automático reservado à motorização 2.0, o CVT será oferecido nas versões Zen e Intense, com preços respectivos de R$ 84.900 e R$ 88.900. No caso da primeira, são R$ 6 mil a mais na comparação com o câmbio manual, um quê de exagero considerando que o modelo ainda não caiu na preferência popular, com números modestos de vendas.

 

 

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